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segunda-feira, 3 de março de 2014

Samsung lança novos relógios da linha Gear sem sistema do Google


Galaxy Gear 2, novo relógio inteligente da Samsung vem equipado com sistema operacional Tizen no lugar do Android. (Foto: Divulgação/Samsung)

Galaxy Gear 2 e Gear Neo rodam o Tizen, criado pela própria Samsung.
Dispositivos são nova geração de computadores para vestir da empresa.

A Samsung apresentou nesta segunda-feira (24) a nova geração de relógios inteligentes da linha Gear. A maior novidade, porém, fica por conta do que os dois novos aparelhos não têm: no lugar do sistema operacional Android, desenvolvido pelo Google, os dispositivos rodarão o Tizen, software criado pela companhia sul-coreana.
Além disso, tanto o Gear 2 quanto o Gear 2 Neo possuem tela de super AMOLED de 1,63 polegada, com resolução de 320 pixels por 320 pixels e processador de 1 GHz dual core.
A diferença entre os dois é que Gear 2 é capaz de tirar fotos de 2 Megapixels além de ser mais pesado (68 gramas) e ter maior dimensão (36,9 mm x 58,4 mm x 10 mm). O Gear 2 Neo pesa 55 gramas e mede 37,9 mm x 58,8 mm x 10 mm.
Essa não é a primeira incursão da Samsung pela seara dos sistemas operacionais. Antes de usar o Android em seus aparelhos, a sul-coreana os equipava com o Bada.
Sem muitas inovações funcionais para o primeiro Galaxy Gear, os dois relógios inteligentes continuam sendo dispositivos acessórios a smartphones e tablets da linha Galaxy.
Também nesta segunda-feira, a fabricante sul-coreana apresentou seu novo smartphone top de linha, o Galaxy S5, que, na linha de seu concorrente direto, o iPhone 5S, da Apple, também possui um leitor de digitais.

fonte:http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/02/samsung-lanca-novos-relogios-da-linha-gear-sem-sistema-do-google.html

Games em smartphones ganham espaço e disputam atenção com consoles

ALEXANDRE ORRICO
DE SÃO PAULO

21/10/2013 03h30
Já se passaram 15 anos desde que a cobrinha do game "Snake" serpenteou em um Nokia 6110, o famoso "tijolão", primeiro telefone a ter algo do tipo já na memória.

Depois dele, o jogo apareceu em mais de 350 milhões de celulares e formou o embrião do mercado de games móveis, que hoje corresponde a 15% dos US$ 70 bilhões que serão movimentados pela indústria global do setor até o fim de 2013, segundo a consultoria Newzoo.
O setor é impulsionado pelo uso crescente de smartphones: são 1,5 bilhão em todo o mundo, número que deve dobrar em dois anos, de acordo com dados da ABI Research. América Latina e Ásia são os continentes que mais rapidamente substituem os limitados celulares de entrada por telefones inteligentes.

"Cada smartphone é um console em potencial. Faça um teste: pegue seu telefone e acesse a lista de 'mais baixados', não importa qual seja o sistema do aparelho. Você vai ver que pelo menos 50% dos aplicativos são jogos, gratuitos ou pagos" diz Tuong Nguyen, analista da Gartner.

As vendas do mercado tradicional de games, consoles e acessórios registraram em agosto deste ano um modesto crescimento de 1% em comparação com o mesmo mês de 2012, segundo dados da NPD Group. Mesmo assim, a alta foi comemorada: é o primeiro número positivo desde outubro de 2011.

A grama é mais verde do lado dos games móveis, que têm um crescimento de cerca de 30% ao ano pelo menos até 2016, de acordo com estimativa da Research and Markets.

No Brasil, a moça que joga "Candy Crush" no metrô, o senhor que se diverte com "Angry Birds" na fila do banco ou o adolescente que joga uma partida de "Fifa" antes de dormir fazem parte dos 40% dos usuários de smartphones que usam o aparelho para jogar, além de acessar e-mails e redes sociais, mostram dados do Ibope.

"O momento dos jogos móveis no mundo é muito bom, mas no Brasil é excelente. É um potencial de crescimento único", afirma Igor Nocima, gerente da produtora de games Square Enix para América Latina.

Famosa por títulos para consoles como a série "Final Fantasy", a Square Enix diz que colocou o mercado móvel como prioridade total.

E outras gigantes do setor, como Electronic Arts e Konami, também estão de olho nas oportunidades criadas pelo segmento.

fonte: http://tools.folha.com.br/print?site=emcimadahora&url=http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/10/1359001-games-em-smartphones-ganham-espaco-e-disputam-atencao-com-consoles.shtml

Celulares com Android da Nokia aparecem como salvadores da empresa

Celulares da linha X, da Nokia, com sistema operacional Android

Celulares da linha X, da Nokia, com sistema operacional Android

BRUNO ROMANI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM BARCELONA

03/03/2014 03h30
Em um evento com dezenas de lançamentos para diferentes perfis de consumidor, quem chamou a atenção foi um aparelhinho básico.

No Mobile World Congress, mais importante evento de telefonia do mundo, em Barcelona, a família Nokia X roubou a cena, ofuscando até o novo Galaxy S5, da Samsung.

Os três dispositivos (Nokia X, Nokia X+ e Nokia XL) não entrarão para a história por suas inovações tecnológicas, mas sim pelo o que representam para a empresa e pelo seu potencial de alterar um mercado que parece cimentado.

Além disso, o X é o primeiro aparelho da gigante finlandesa com Android como sistema operacional.

Em 2011, Stephen Elop, então executivo-chefe da Nokia, mandou uma mensagem aos funcionários: "Estamos em uma plataforma em chamas", disse, em referência ao combalido Symbian. Assim, a Nokia optou pelo Windows Phone como sistema operacional.

Três anos depois, o Windows Phone dá sinais de que ainda não está livre de incêndios. O sistema fechou 2013 com 3,6% do mercado –ainda que Nokia e Microsoft repitam que é a plataforma que mais cresce. No mesmo período, diz a consultoria Strategy Analytics, o Android abocanhou 78,9% do mercado.

Essa dominância também é refletida na posição da Nokia no mercado, que não aparece nem entre os cinco primeiros fabricantes de smartphones do mundo, segundo a consultoria IDC.
Em 2013, a LG, quinta colocada, tinha 3,9% do mercado. A Samsung, primeira, aparece com 31,1%. As rivais coreanas adotam o Android em seus aparelhos.

E boa parte da briga acontece nos segmentos mais baratos, em que o Android reina quase sozinho. Com a família X, Nokia e Microsoft tentam estancar a sangria.

O APARELHO

Para isso, o Nokia X traz uma versão personalizada do Android. A interface de azulejinhos foi tirada de uma costela do Windows Phone, e os serviços do Google foram substituídos pelos da Nokia e da Microsoft. Porém, o acesso ao grande catálogo de apps do Android foi mantido. É um casamento de bela interface com muitos aplicativos.

Embora tenha limitações claras no hardware (sim, ele é meio lento ao executar tarefas), o preço pode ser o catalisador que falta para que obtenha boas vendas. No Brasil, deve chegar na faixa entre R$ 300 e R$ 400.

Mas o sucesso do X pode ser uma bênção e uma maldição para Microsoft, que pagou US$ 7,2 bilhões há seis meses pela Nokia. Se, por um lado, a empresa pode ganhar território em um segmento que não tem presença, por outro pode sentir a pressão para que abandone o Windows Phone e adote completamente a versão do Android nos aparelhos da Nokia.

O jornalista BRUNO ROMANI viajou a convite da Nokia

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/03/1419341-celulares-com-android-da-nokia-aparecem-como-salvadores-da-empresa.shtml