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segunda-feira, 3 de março de 2014

Samsung lança novos relógios da linha Gear sem sistema do Google


Galaxy Gear 2, novo relógio inteligente da Samsung vem equipado com sistema operacional Tizen no lugar do Android. (Foto: Divulgação/Samsung)

Galaxy Gear 2 e Gear Neo rodam o Tizen, criado pela própria Samsung.
Dispositivos são nova geração de computadores para vestir da empresa.

A Samsung apresentou nesta segunda-feira (24) a nova geração de relógios inteligentes da linha Gear. A maior novidade, porém, fica por conta do que os dois novos aparelhos não têm: no lugar do sistema operacional Android, desenvolvido pelo Google, os dispositivos rodarão o Tizen, software criado pela companhia sul-coreana.
Além disso, tanto o Gear 2 quanto o Gear 2 Neo possuem tela de super AMOLED de 1,63 polegada, com resolução de 320 pixels por 320 pixels e processador de 1 GHz dual core.
A diferença entre os dois é que Gear 2 é capaz de tirar fotos de 2 Megapixels além de ser mais pesado (68 gramas) e ter maior dimensão (36,9 mm x 58,4 mm x 10 mm). O Gear 2 Neo pesa 55 gramas e mede 37,9 mm x 58,8 mm x 10 mm.
Essa não é a primeira incursão da Samsung pela seara dos sistemas operacionais. Antes de usar o Android em seus aparelhos, a sul-coreana os equipava com o Bada.
Sem muitas inovações funcionais para o primeiro Galaxy Gear, os dois relógios inteligentes continuam sendo dispositivos acessórios a smartphones e tablets da linha Galaxy.
Também nesta segunda-feira, a fabricante sul-coreana apresentou seu novo smartphone top de linha, o Galaxy S5, que, na linha de seu concorrente direto, o iPhone 5S, da Apple, também possui um leitor de digitais.

fonte:http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/02/samsung-lanca-novos-relogios-da-linha-gear-sem-sistema-do-google.html

Games em smartphones ganham espaço e disputam atenção com consoles

ALEXANDRE ORRICO
DE SÃO PAULO

21/10/2013 03h30
Já se passaram 15 anos desde que a cobrinha do game "Snake" serpenteou em um Nokia 6110, o famoso "tijolão", primeiro telefone a ter algo do tipo já na memória.

Depois dele, o jogo apareceu em mais de 350 milhões de celulares e formou o embrião do mercado de games móveis, que hoje corresponde a 15% dos US$ 70 bilhões que serão movimentados pela indústria global do setor até o fim de 2013, segundo a consultoria Newzoo.
O setor é impulsionado pelo uso crescente de smartphones: são 1,5 bilhão em todo o mundo, número que deve dobrar em dois anos, de acordo com dados da ABI Research. América Latina e Ásia são os continentes que mais rapidamente substituem os limitados celulares de entrada por telefones inteligentes.

"Cada smartphone é um console em potencial. Faça um teste: pegue seu telefone e acesse a lista de 'mais baixados', não importa qual seja o sistema do aparelho. Você vai ver que pelo menos 50% dos aplicativos são jogos, gratuitos ou pagos" diz Tuong Nguyen, analista da Gartner.

As vendas do mercado tradicional de games, consoles e acessórios registraram em agosto deste ano um modesto crescimento de 1% em comparação com o mesmo mês de 2012, segundo dados da NPD Group. Mesmo assim, a alta foi comemorada: é o primeiro número positivo desde outubro de 2011.

A grama é mais verde do lado dos games móveis, que têm um crescimento de cerca de 30% ao ano pelo menos até 2016, de acordo com estimativa da Research and Markets.

No Brasil, a moça que joga "Candy Crush" no metrô, o senhor que se diverte com "Angry Birds" na fila do banco ou o adolescente que joga uma partida de "Fifa" antes de dormir fazem parte dos 40% dos usuários de smartphones que usam o aparelho para jogar, além de acessar e-mails e redes sociais, mostram dados do Ibope.

"O momento dos jogos móveis no mundo é muito bom, mas no Brasil é excelente. É um potencial de crescimento único", afirma Igor Nocima, gerente da produtora de games Square Enix para América Latina.

Famosa por títulos para consoles como a série "Final Fantasy", a Square Enix diz que colocou o mercado móvel como prioridade total.

E outras gigantes do setor, como Electronic Arts e Konami, também estão de olho nas oportunidades criadas pelo segmento.

fonte: http://tools.folha.com.br/print?site=emcimadahora&url=http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/10/1359001-games-em-smartphones-ganham-espaco-e-disputam-atencao-com-consoles.shtml

Celulares com Android da Nokia aparecem como salvadores da empresa

Celulares da linha X, da Nokia, com sistema operacional Android

Celulares da linha X, da Nokia, com sistema operacional Android

BRUNO ROMANI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM BARCELONA

03/03/2014 03h30
Em um evento com dezenas de lançamentos para diferentes perfis de consumidor, quem chamou a atenção foi um aparelhinho básico.

No Mobile World Congress, mais importante evento de telefonia do mundo, em Barcelona, a família Nokia X roubou a cena, ofuscando até o novo Galaxy S5, da Samsung.

Os três dispositivos (Nokia X, Nokia X+ e Nokia XL) não entrarão para a história por suas inovações tecnológicas, mas sim pelo o que representam para a empresa e pelo seu potencial de alterar um mercado que parece cimentado.

Além disso, o X é o primeiro aparelho da gigante finlandesa com Android como sistema operacional.

Em 2011, Stephen Elop, então executivo-chefe da Nokia, mandou uma mensagem aos funcionários: "Estamos em uma plataforma em chamas", disse, em referência ao combalido Symbian. Assim, a Nokia optou pelo Windows Phone como sistema operacional.

Três anos depois, o Windows Phone dá sinais de que ainda não está livre de incêndios. O sistema fechou 2013 com 3,6% do mercado –ainda que Nokia e Microsoft repitam que é a plataforma que mais cresce. No mesmo período, diz a consultoria Strategy Analytics, o Android abocanhou 78,9% do mercado.

Essa dominância também é refletida na posição da Nokia no mercado, que não aparece nem entre os cinco primeiros fabricantes de smartphones do mundo, segundo a consultoria IDC.
Em 2013, a LG, quinta colocada, tinha 3,9% do mercado. A Samsung, primeira, aparece com 31,1%. As rivais coreanas adotam o Android em seus aparelhos.

E boa parte da briga acontece nos segmentos mais baratos, em que o Android reina quase sozinho. Com a família X, Nokia e Microsoft tentam estancar a sangria.

O APARELHO

Para isso, o Nokia X traz uma versão personalizada do Android. A interface de azulejinhos foi tirada de uma costela do Windows Phone, e os serviços do Google foram substituídos pelos da Nokia e da Microsoft. Porém, o acesso ao grande catálogo de apps do Android foi mantido. É um casamento de bela interface com muitos aplicativos.

Embora tenha limitações claras no hardware (sim, ele é meio lento ao executar tarefas), o preço pode ser o catalisador que falta para que obtenha boas vendas. No Brasil, deve chegar na faixa entre R$ 300 e R$ 400.

Mas o sucesso do X pode ser uma bênção e uma maldição para Microsoft, que pagou US$ 7,2 bilhões há seis meses pela Nokia. Se, por um lado, a empresa pode ganhar território em um segmento que não tem presença, por outro pode sentir a pressão para que abandone o Windows Phone e adote completamente a versão do Android nos aparelhos da Nokia.

O jornalista BRUNO ROMANI viajou a convite da Nokia

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/03/1419341-celulares-com-android-da-nokia-aparecem-como-salvadores-da-empresa.shtml

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Samsung S5 ganha leitor de digitais e vira à prova d'água



A Samsung mostrou nesta segunda-feira, em Barcelona, a quinta edição de sua linha de maior sucesso: o Samsung Galaxy S5. Segundo a marca coreana, já são 200 milhões de unidades da família S vendidas ate hoje. As maiores novidades do aparelho são tela maior (5,1 polegadas, contra 5 polegadas do S4) , design levemente diferente, leitura de digitais como opção de segurança, câmera com maior definição (16 MP contra 13 MP do S4) e outras melhorias, e aplicativos ligados à saúde, como monitoramento de frequência cardíaca e pedômetro.

A fabricante coreana começa as vendas do S5 em todo o mundo em 11 de abril. Em sua mais recente versão, o aparelho também virou à prova d'água e poeira. Aliadas às funcionalidades de monitoramento de frequência cardíaca e contador de distância percorrida, essas características foram adicionadas ao S5 como forma de atender a demanda dos consumidores que estão interessados em ter um smartphone mais integrado com suas atividades físicas.

A frequência cardíaca é medida por meio de um sensor na parte traseira do aparelho. Encostando o dedo logo abaixo da lente da câmera, o S5 mede os batimentos cardíacos do dono em cerca de 15 segundos.

Outra novidade que estreia no S5 é a função "Ultra Power Saving" que bloqueia funcionalidades do aparelho e chega até a mudar a interface, que perde as cores e passa a ser preta e branca. Nessa função, o modelo mantém acionadas apenas as possibilidades de receber chamadas e mensagens e faz com que quando a bateria chegue a apenas 10% de sua capacidade, ainda resista mais 24h nesse modo limitado.

O leitor de digitais é uma aplicação que protege tanto o acesso ao S5 quanto a apenas algumas funções escolhidas pelo consumidor, como pastas com fotos que não deseja compartilhar. No que diz respeito à segurança, o modelo agora também é dotado de um "modo para crianças" em que apenas algumas aplicações e telas são desbloqueadas.

Em relação ao design, o S5 é maior que o S4 - mede 14,2 cm de altura, 7,2 cm de largura e menos de 1 cm de espessura e é dotado de tela Full HD de 5,1 polegadas. Na parte traseira, a textura e desenho são diferentes, além de ter ganhado as opções de cor azul claro e dourado. O S5 é equipado com câmera principal com 16 MP e a secundária (frontal) com 2 MP. A câmera teve melhorias como um ajuste de foco automático mais rápido e opções de enquadramento que não eram disponíveis no S4.

Smartwatch
Além do S5, a Samsung mostrou a segunda versão de seu smartwatch, o Galaxy Gear 2. O relógio agora também possui uma opção mais leve e mais fina, o Galaxy Gear Fit, que pesa 27 gramas e tem como maiores atrativos os aplicativos de monitoramento de frequência cardíaca, o contador de passos, além de também ser à prova d'água e poeira.

O Terra viajou à convite da Nokia.

Terra

Integração com Facebook seria ruína do WhatsApp, admite criador do app



Atualizada às 15h

Nesta terça-feira, 25, Jan Koum, criador do WhatsApp deu detalhes sobre a trasação bilionária firmada na útima semana envolvendo a venda de sua criação para o Facebook.

Em entrevista exclusiva à Folha, Koum falou sobre a possibilidade de aumentar a mensalidade do aplicativo e sobre a privacidade do App. "Nós não coletamos dados dos nossos usuários, nenhuma informação que seja personalizada. Nós não sabemos seu nome, não sabemos sua idade, não sabemos seu sexo, não sabemos nada".

O criador do WhatsApp garantiu que não há nenhuma pretensão de fazer nenhum tipo de integração entre as ferramentas do App e a rede social de Mark Zuckerberg, até porque isso, segundo ele, seria a ruína do WhatsApp.

Quando perguntado sobre a pane do último sábado, 22, Koum disse que estava num jantar em Barcelona e quando informado voltou às pressas para o hotel para ajudar a resolver o problema.

O empresário disse que a falha técnica nada teve a ver com a transação com o Facebook. "O WhatsApp vai continuar sendo o mesmo de sempre", garantiu.

fonte:http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/tecnologia/2014/02/26/noticiastecnologia,3212602/integracao-com-facebook-seria-ruina-do-whatsapp-admite-criador-do-app.shtml

WhatsApp vale mais, afirma Zuckerberg

Durante a MWC, ele também informouque não deve ir ao mercado tão cedo

26/02/2014 08:01 - Folhapress
Manu Fernandez/AP/Estadão Conteúdo
Mark afirmou que não usará os dados do WhatsApp

Barcelona - "Acho que vale mais". Foi assim que Mark Zuckerberg respondeu ao ser questionado, na última segunda-feira (24), sobre o valor desembolsado na compra do WhatsApp - US$ 16 bilhões para os acionistas, mais US$ 3 bilhões em ações no futuro. O fundador do Facebook disse que parece mesmo difícil sustentar essa afirmação agora, pois o serviço de mensagens tem faturamento relativamente baixo. Cobra, em média, US$ 0,99 anual dos usuários.

"Posso estar errado, mas espero que não esteja", brincou ele, que foi entrevistado pelo jornalista David Kirkpatrick no palco central do Mobile World Congress. O bate-papo, com ares de show de rock, registrou filas de participantes horas antes do início. Quem ficou de fora acompanhou por telão. Os US$ 16 bilhões são um valor alto até para os padrões do Facebook. No ano passado, a rede social lucrou US$ 1,5 bilhão. A principal aquisição que fizera até então, do Instagram, foi fechada na casa de US$ 1 bilhão. Por causa disso, ele indicou que não deve ir ao mercado tão cedo. "Quando você gasta US$ 16 bilhões, fica satisfeito por um bom tempo."

Zuckerberg disse ainda que a compra permitirá ao WhatsApp focar apenas o aumento do seu número de usuários, sem mudar seu modelo - que não inclui publicidade. "Há poucos serviços no mundo que podem atingir 1 bilhão de pessoas". Ele afirmou ainda que o Facebook não fará uso dos dados de quem usa o aplicativo, umas das grandes diferenças do modelo de negócio de uma empresa e outra. "Vai continuar autônomo. Seria estúpido mudar isso", afirmou ele. "Eles nem armazenam as mensagens de cada usuário."

Mensagens de Voz
A manutenção de tal modelo foi reafirmada, mais cedo, também por Jan Koum, fundador do WhatsApp. Ele anunciou, na feira, que o app terá chamadas de voz a partir do próximo trimestre. Atualmente, as ligações são transferidas para a rede das operadoras telefônicas e cobradas como chamadas normais. No novo modelo, o WhatsApp passará a competir mais diretamente com o Skype, da Microsoft. O movimento vai na contramão do mercado de telefonia, no qual as chamadas têm cada vez menos importância, enquanto a transmissão de mensagens cresce.

Facebook compra WhatsApp por US$ 16 bi

Comunicado diz que nada muda para os usuários, pelo menos por enquanto.

Luciana Maline/TechTudo


O Facebook anunciou, nesta quarta-feira (19), a compra do WhatsApp. O negócio foi fechado por US$ 16 bilhões (cerca de R$ 38 bilhões) e, de acordo com a assessoria do Facebook, o popular serviço de mensagens instantâneas vai continuar a operar de forma independente, seguindo os moldes da compra do Instagram. A aquisição é a maior já feita pela companhia de Mark Zuckerberg, que pagou pouco mais de US$ 1 bilhão pelo Instagram em 2012.

Em um comunicado divulgado no Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou que o "WhatsApp está no caminho para conectar 1 bilhão de pessoas. Os serviços que atingem esta marca possuem um valor incrível". O anúncio vem pouco depois do aniversário da rede social, que completou dez anos neste mês. Entre sucessos e fracassos, a tendência do Facebook de investir em múltiplos aplicativos já estava clara.

"A aquisição simboliza a missão compartilhada do WhatsApp e do Facebook em levar mais conectividade e utilidade ao mundo, criando serviços de internet de forma eficiente e econômica. A combinação delas ajuda a acelerar o crescimento e o engajamento dos usuários nas duas companhias", diz outro trecho da nota emitida pelo Facebook.

Ainda de acordo com a nota divulgada pela rede social, dos US$ 16 bilhões, cerca de US$ 4 bilhões serão em dinheiro, enquanto o restante, US$ 12 bilhões, serão pagos em ações do Facebook. O negócio prevê ainda o pagamento de US$ 3 bilhões adicionais a funcionários e fundadores do WhatsApp, e que o presidente e fundador do mensageiro, Jean Koum, entre para o conselho do Facebook.

Com mais de 450 milhões de usuários ativos mensais, sendo 70% deles usuários diários, e volume de mensagens bem próximo da carga global de mensagens SMS, o WhatsApp é um dos aplicativos móveis de maior sucesso no mundo atualmente. O cofundador e CEO da empresa, Jan Koum, afirma que juntar o serviço ao Facebook é um passo que o deixa "honrado" e "animado".

"O WhatsApp tem seu engajamento e crescimento baseado nas capacidades poderosas e instantâneas de mensagens que oferecemos. Estamos animados e honrados em nos tornarmos parceiros do Mark e do Facebook enquanto seguimos levando nosso produto para mais pessoas em todo o mundo", avaliou.

Apesar da negociação bilionária e surpreendente, pouca coisa muda entre o Facebook e o WhatsApp por enquanto. Citando até o exemplo do Instagram, a rede social afirma que o serviço seguirá atuando de forma independente, sem qualquer integração ao Facebook Messenger. A marca WhatsApp segue a mesma, sua sede continua em Mountain View e os funcionários e diretores também não serão alterados. A negociação chega ao fim após anos de rumores sobre processos de compra do WhatsApp, que começaram ainda em 2012, quando a companhia de Mark Zuckerberg disputava com o Google a preferência pelo negócio.

Saiba se algo pode mudar para os usuários

O Facebook comunicou o acordo na quarta-feira (19), mas nada muda para os usuários – pelo menos por enquanto. A exemplo de quando adquiriu o Instagram em 2012, a maior rede social do mundo garante que não irá alterar nada no modus operandi do mensageiro.

Apesar de já possuir um aplicativo de mensagens instantâneas, o Facebook Messenger, a rede social garante que não fará qualquer tipo de fusão entre seus membros e os do WhatsApp. Até o momento, também não anunciou novidades em relação à sincronização ou integração entre seu antigo aplicativo e a nova aquisição – o que não indica que isso não possa ocorrer no futuro.

O WhatsApp vai manter a sua marca, a sua sede em Mountain View, na Califórnia, e a sua diretoria liderada pelo presidente-executivo Jan Koum, que agora se junta também ao conselho diretor do Facebook. A equipe de funcionários também segue a mesma. Segundo o próprio Facebook, uma negociação recente prova que este é o melhor modo de realizar a transição.

“O Facebook apoia um ambiente onde pessoas com mentes independentes podem criar companhias e focarem no seu crescimento, enquanto se beneficiam da expertise e dos recursos do Facebook. Este modelo está funcionando muito bem com o Instagram, e o WhatsApp funcionará da mesma maneira”, diz nota oficial do Facebook. Prova disso é a coexistência do Facebook Camera e do Instagram.

Resta saber se, no futuro, haverá novidades como um login único, usando uma conta do Facebook no WhatsApp, troca de mensagens entre um aplicativo e outro, fim da assinatura no WhatsApp, e outros detalhes. Mas, por enquanto tudo segue igual, tanto no WhatsApp quanto no Facebook Messenger.

fonte: http://www.noticiasparana.com/en/jornal/variedades/1909/Facebook-compra-WhatsApp-por-US$-16-bi.htm

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Grupo de bancos negocia compra de 15% da nova Oi


oi

Um grupo formado por 12 bancos se comprometeu com a operadora Oi a comprar até 15% das ações da nova companhia resultado da fusão em 2013 com Portugal Telecom (PT), informou nesta sexta-feira a imprensa.

Os bancos chegaram a um acordo com a Oi para captar, até abril, entre R$ 6 bilhões e R$ 8 bilhões no mercado para adquirir os papéis da nova companhia, de acordo com o jornal "Folha de S.Paulo".

O grupo, liderado pelo banco brasileiro de investimentos BTG Pactual, será integrado pelas entidades Credit Suisse, Banco Espírito Santo, Merrill Lynch e Barclays.

Também estão envolvidos o Itaú Unibanco, Bradesco, Citibank, Santander, Votorantim, Banco do Brasil e Caixa Geral de Depósitos, embora estes últimos com uma participação menor.

De acordo com a informação publicada pelo jornal, caso os bancos não consigam alcançar o total da quantidade estipulada com a Oi, cada entidade desembolsará a diferença e virará acionista, em proporção com sua contribuição.

Dita operação foi desenhada pelo presidente da nova companhia, Zeinal Bava, assinalaram as mesmas fontes.

Em 2013, Portugal Telecom e Oi anunciaram sua fusão para se transformar em um dos 20 "gigantes" mundiais do setor das telecomunicações e dar um salto qualitativo no mercado global.

fonte: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2014/02/grupo-de-bancos-negocia-compra-de-15-da-nova-oi.shtml?utm_source=redesabril_info&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_info&utm_content=plantao

Telecom Itália e Vivendi cogitam fusão de TIM e GVT


Tim


O grupo francês Vivendi começa a aparecer como uma alternativa para o futuro da Telecom Itália no Brasil. Nas últimas semanas, um alto executivo do grupo italiano teve uma conversa preliminar com a direção da companhia francesa sobre uma eventual fusão das subsidiárias brasileiras GVT e TIM Brasil, de acordo com uma fonte envolvida com o tema.

No intrincado tabuleiro de acionistas da Telecom Itália, uma fusão teria apoio especialmente dos minoritários, que lutam para reduzir o poder da espanhola Telefônica no grupo italiano.

Dona da Vivo no Brasil, a Telefônica fez acordo no ano passado para aumentar ainda mais sua participação na Telco, holding que controla a Telecom Itália. Mas a ideia não agradou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que viu na medida uma concentração de mercado no País.

Por isso, a aproximação com a GVT é encarada pelos executivos da empresa italiana como a costura de “uma alternativa” para o futuro da TIM Brasil. Os franceses, segundo a mesma fonte, teriam recebido bem a ideia de fusão. Para eles, a associação também valeria como um “plano B” para o grupo Vivendi, que passou por tentativas frustradas de vender a GVT no passado.

Havia a expectativa de que a norte-americana DirecTV pudesse adquirir a empresa sediada no Paraná. Mas o negócio esbarrou no elevado preço pedido pelos franceses. Procuradas, Vivendi e Tim Brasil afirmaram que não comentam o assunto.

Defensores da proposta argumentam que o negócio daria grande sinergia às duas empresas e ofereceria perspectivas animadoras à TIM Brasil, segunda maior operadora do Brasil, mas que tem sofrido com a falta de capacidade financeira da controladora.

“Poderia ser criada uma concorrente de verdade para a NET”, diz a fonte, ao comentar que a TIM já tem grande carteira de clientes e a GVT já opera moderna rede e conteúdo de televisão por assinatura.

Para o especialista em telecomunicações Guilherme Ieno, do ponto de vista estratégico, a fusão faria sentido. “A TIM não é forte no fixo local. Agregar a GVT ao fixo significaria aumentar bem a presença nesse mercado.”

Além disso, segundo Ieno, a fusão representaria uma oportunidade para a GVT entrar em telefonia móvel. E a união das operações de internet também seria interessante para ambas.

Obstáculo

A Telecom Itália e a Vivendi contam atualmente com elevado endividamento e baixíssima capacidade financeira para alavancar novos negócios. Ou seja, uma eventual fusão da TIM Brasil com a GVT criaria uma empresa maior, mas sem capacidade de investir - característica vital para o competitivo setor de telecomunicações.

A falta de dinheiro, inclusive, foi a razão que atraiu a Telefônica para o capital da Telecom Itália. Quando os espanhóis ingressaram na dona da TIM Brasil, a intenção era oferecer um suporte financeiro à companhia. Dentro do grupo, a espanhola aumentou sua participação até o Cade determinar que a Telefônica venda suas ações em uma das duas operadoras.

Diante da posição do órgão antitruste e da influência crescente da Telefônica na Telecom Itália, circularam rumores de que a TIM poderia ser fatiada, em partes iguais, e vendida para a Vivo, Claro e Oi.

A operação agradaria sobretudo aos espanhóis, que consolidariam a liderança da Vivo no Brasil. Agora, com o plano alternativo, minoritários ganharam um importante argumento contra a suposta ideia de venda da operadora. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2014/02/telecom-italia-e-vivendi-cogitam-fusao-de-tim-e-gvt.shtml?utm_source=redesabril_info&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_info&utm_content=plantao

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Veja quais estados passarão a ter o nono dígito a partir de novembro.


Os telefones celulares com DDD de 91 a 99, nos Estados do Amazonas, Pará, Maranhão, Amapá e Roraima passarão a ter o nono dígito a partir de novembro.

A informação foi publicada nesta segunda-feira (27) pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) no "Diário Oficial da União".

A partir dessa data, o dígito 9 precisa ser digitado antes dos atuais números do celular, como já acontece em São Paulo.

A mudança na discagem afeta quem faz ligações a partir de fixos ou de móveis, contanto que o número chamado seja celular.

Segundo a Anatel, no inicio da implementação do nono dígito, as ligações feitas com registro de apenas oito dígitos ainda serão completadas para permitir a adaptação dos usuários.

A inclusão do nono dígito começou a ser feita na cidade de São Paulo para ampliar a disponibilidade de números disponíveis.

A Anatel decidiu ampliar a alteração em todo o Brasil para manter um padrão nacional. Até 2016, os celulares de todos os Estados terão o dígito nove no início.


O novo padrão já está em vigor em São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. 

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/01/1403404-celulares-de-cinco-estados-passarao-a-ter-nono-digito-em-2014.shtml?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Há 30 anos a Apple trouxe ao mundo o primeiro Macintosh

por Silvio Sousa Cabral
24/01/2014 às 10:33
Para muitos, computadores não possuem hoje em dia a mesma importância que tinham no passado. Mas qualquer entusiasta da Apple possui motivos para considerar este dia como especial: hoje, o Macintosh, lançado em 24 de janeiro de 1984, completa 30 anos.
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=YShLWK9n2Sk



Fruto de um projeto polêmico iniciado por Jef Raskin no final dos anos 1970, o Macintosh representou a primeira grande revolução da Apple na computação pessoal, como uma tentativa de popularizar a interface gráfica de usuário (GUI) e ser desde o início um computador fácil de usar e acessível (ainda que tivesse um preço salgado até mesmo comparado com nossos padrões atuais) para todos. Seu lançamento foi feito por Steve Jobs em um evento para acionistas da Apple (vejam vocês! :-P) e pode ser revisto na íntegra por meio do vídeo acima — que contém, inclusive, o famoso comercial “1984″, dirigido por Ridley Scott.

Macintosh

Há quem discorde da sua relevância — e a de outros PCs também, por que não? — para o mercado tecnológico atual. Mas sua influência na computação pessoal é inegável: o Macintosh sempre será lembrado como a principal inspiração para a revolução em dispositivos móveis que assistimos durante os últimos sete anos — e continuamos a assistir. Afinal, foi o seu sistema operacional que serviu de base para o iOS e para o lançamento do iPhone, em 2007, que também representou outra grande revolução para a indústria.

Além disso, não consigo lembrar de outro produto que tenha sido tão disruptivo ao longo de tanto tempo por sucessivas vezes. Hoje vemos smartphones e tablets novos todos anos, mas basicamente como evoluções incrementais de um mesmo conjunto de ideias. Ora, como não lembrar da primeira vez que um computador pessoal virou notebook?
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=X5HMkCqfhCA


Ou do quão inusitado poderia ser um computador ter um lugar na sua mesa mesmo sendo absurdamente colorido — e pior, sem ter disquetes?
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=lcBpXYI1r3Q


Em alguns momentos, foi confundido até como abajur, e deve ter feito muita gente ser taxada de louca — principalmente quem compra no Brasil, afinal. :-P
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=sYutehhGknI


Já em outros, foi imortalizado por gente de verdade, nos fazendo rir:

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ZzEtRrZVFIQ

Apesar de tudo, nunca deixou de ser revolucionário. O ultrabook, tão explorado por fabricantes de PCs, já sai de envelope de papel pardo como Mac há seis anos, pelo mundo inteiro:

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=E98Eyl5Et0w

E continua a ganhar forma de um jeito diferente de todo o resto do mundo:

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=IbWOQWw1wkM

Em entrevista ao Macworld, executivos da Apple ressaltaram a importância de o Macintosh permanecer em mudanças constantes ao longo dos anos, destacando o quanto isso fez a empresa permanecer relevante por tantos tempo fazendo computadores.

Todas as empresas que faziam computadores quando começamos desapareceram. Somos a única que restou.

—Phil Schiller, vice-presente sênior de marketing mundial da Apple.

A entrevista não foi muito extensa, mas conta ainda com Craig Federighi, que lidera a área de engenharia de software, explicando como o Mac ainda se encaixa em um mundo cada vez mais dominado por aparelhos como o iPhone e o iPad. Basicamente o Mac, o iPhone e o iPad possuem funções muito específicas e cada um deles se encaixa perfeitamente numa determinada tarefa – não adianta querer fazer um “ultra-powerbook-tablet-transformer” que faz tudo pois você acaba não fazenda nada direito. Com certeza vale a leitura.

Eternize a sua história

Na noite de hoje, um evento especial em comemoração ao aniversário dos 30 anos do Macintosh será realizado pelo Computer History Museum no Flint Center, o centro de convenções que sediou a apresentação oficial de Steve Jobs em 1984. Os destaques ficam para as homenagens a todos que trabalharam no projeto original, mas todos que estão na internet podem contribuir com a cerimônia.

Um pôster digital está sendo idealizado pelo museu com um mosaico de fotos de usuários selecionados do Macintosh, e ele pode contar com a sua foto. Basta acessar o formulário oficial, deixar o seu avatar e um testemunho de como o Mac mudou a sua vida. :-)

“Festa” oficial

A Apple resolveu não deixar a data passar em branco e criou o vídeo abaixo em comemoração aos 30 anos do Macintosh, veja só:

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Xp697DqsbUU

Segundo o 9to5Mac, a Maçã também mudará a vitrine de algumas lojas e distribuirá camisetas comemorativas para marcar a ocasião.
Vitrine comemorativa para os 30 anos do Macintosh
Vitrine comemorativa para os 30 anos do Macintosh

Taí uma “festa” para o aniversário de um produto que a gente não costuma ver a Apple fazendo.

fonte:http://macmagazine.com.br/2014/01/24/ha-30-anos-a-apple-trouxe-ao-mundo-o-primeiro-macintosh/?utm_source=website&utm_campaign=wordtwit&utm_medium=web

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

'iPhone' da Gradiente é baseado em celular chinês

BRUNO ROMANI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

17/01/2014  03h00

O mais novo modelo do polêmico iphone da Gradiente não foi criado pela marca brasileira. O C600 é, na verdade, um dispositivo lançado pela Gigabyte, empresa de Taiwan que atua principalmente na Ásia e no leste Europeu.

Nessas regiões, o telefone leva o nome de Simba SX1. As poucas diferenças entre os produtos das duas empresas ficam por conta das respectivas marcas estampadas na traseira do aparelho.
A Gigabyte lançou o Simba em novembro último em países como Rússia e Ucrânia, mesmo mês em que o iphone C600 entrou em pré-venda no Brasil. Em dezembro, a marca asiática começou a levar o aparelho para outros mercados.

A Gradiente afirma que desenvolveu o C600 em parceria com a Gigabyte e que, por isso, não precisa pagar royalties ou taxas licenciamento –além de ter exclusividade sobre o modelo no mercado nacional.

Como parte da parceria, a empresa brasileira afirma que adaptou o aparelhos para as especificações da Anatel e fez customizações e traduções do sistema operacional (embora, no quesito tradução, o Android dispense grandes esforços).

No mundo tecnológico, essa forma de desenvolvimento de produtos é comum, no qual empresas menores adotam o design e o hardware criado por uma outra empresa. Ajuda a reduzir gastos.

A Gradiente lembra que desde o final dos anos 1980 lança eletrônicos criados pela Gigabyte, que tem forte presença no segmento de placas-mãe.

Assim como as primeiras unidades que chegaram ao Brasil, a produção do iphone C600 continuará fora do país. "Um produto de alto valor agregado e, consequentemente, baixo volume não permite a produção local", disse à empresa ao ser questionada pela Folha.

Colaborou YURI GONZAGA, de São Paulo

'iPhone' da Gradiente

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Divulgação
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Gradiente iphone C600, que é baseado em celular da empresa chinesa Gigabyte

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/01/1397536-iphone-da-gradiente-e-baseado-em-celular-chines.shtml

Chegada do iPhone na China Mobile pode dar início a uma guerra de subsídios

DA REUTERS

17/01/2014  13h05

Qi Heng/Xinhua
O presidente da China Mobile, Xi Guohua, e o presidente-executivo da Apple, Tim Cook, durante entrega de iPhones, em Beijing
O presidente da China Mobile, Xi Guohua, e o presidente-executivo da Apple, Tim Cook, durante entrega de iPhones, em Beijing

A Apple está finalmente lançando seu iPhone na vasta rede da China Mobile nesta sexta-feira (17), abrindo as portas aos 763 milhões de assinantes da maior operadora de telefonia móvel do mundo e dando às suas vendas na China um impulso no curto prazo.

Salientando o quanto o lançamento significa para a Apple, o presidente-executivo da companhia, Tim Cook, esteve presente na mais importante loja da China Mobile, aberta no distrito financeiro de Pequim. Ao lado do presidente do Conselho de Administração da China Mobile, Xi Gouhua, Cook autografou alguns iPhones para consumidores e posou para fotos.

O muito aguardado acordo entre Apple e China Mobile pode dar mais condições de a empresa norte-americana brigar pelo mercado chinês, frente à dura competição oferecida pela líder de mercado, a sul-coreana Samsung, e a rival local em ascensão Xiaomi Tech.

Para a China Mobile, a chegada do iPhone pode ter efeitos negativos. Alguns analistas preveem uma custosa guerra de subsídios entre as operadoras rivais competindo para atrair consumidores.

Estima-se que as vendas de iPhone da China Mobile cheguem a 12 milhões de unidades no ano fiscal de 2014, mas seus subsídios na venda de aparelhos para clientes saltarão 57% sobre o ano anterior, alcançando 42,4 bilhões de iuanes (R$ 16,5 bilhões), escreveu a analista Cynthia Meng, da Jefferies, em um relatório em dezembro.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/01/1399017-chegada-do-iphone-na-china-mobile-pode-dar-inicio-a-uma-guerra-de-subsidios.shtml

Apple e Samsung continuam dominando o mercado de smartphones americano


por 
16/01/2014 às 19:52
Não é de hoje que Apple e Samsung praticamente dominam o mercado mundial de smartphones. Se no mundo a coisa está feia para as outras fabricantes, imagine nos Estados Unidos! É exatamente isso que a última pesquisa do NPD Group mostrou, veja só:
Pesquisa do NPD Group sobre o mercado de smartphones americano
Do fim de 2012 pra cá, a porcentagem de smartphones no mercado americano de telefones móveis aumentou de 52% para 60%. E quem se deu muito bem nessa história foram Apple e Samsung, já que a Maçã pulou de 35% de mercado para 42%, enquanto a sul-coreana foi de 22% para 26% — juntas, elas dominam 68% do mercado americano.
Por outro lado, Motorola, HTC, BlackBerry e outras fabricantes viram suas porcentagens diminuírem ainda mais — apenas a LG cresceu um pouco, porém ainda assim conta com menos de 10% de market share.
O aumento da base de smartphones tem consequências claras no uso de dados (internet), que pulou de uma média de 5,5GB/mês no fim de 2012 para 6,6GB/mês no fim do ano passado.
App Pandora Radio para iOS
Pandora Radio, indisponível no Brasil assim como muitos outros serviços de “rádio online”.
É óbvio que esse aumento no uso de dados se deu por um conjunto de fatores, todavia apps/serviços de streaming de músicas cooperaram bastante com esse cenário. Ainda de acordo com a pesquisa do NPD Group, PandoraiHeart RadioSpotifyTuneIn Radio e Slacker Radio foram os serviços mais utilizados (nesta ordem), mostrando que o iTunes Radio, da Apple, ainda não figura entre os mais utilizados no único país onde está disponível.
FONTE: http://macmagazine.com.br/2014/01/16/apple-e-samsung-continuam-dominando-o-mercado-de-smartphones-americano/?utm_source=website&utm_campaign=wordtwit&utm_medium=web