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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Novos recursos farão do iPhone 8 o smartphone mais caro da história da Apple

SÃO PAULO – Segundo informações divulgadas pelo portal The Independent, o próximo iPhone da Apple, cuja expectativa é de que se chame iPhone 8, provavelmente será o mais caro de todos os modelos já lançados pela marca, custando, no mínimo, mil dólares.



Isso acontecerá por conta de algumas características e avanços que o dispositivo apresentará, como o novo display, que deve extinguir as bordas da tela do iPhone – ou seja: ela terá a dimensão de todo o display frontal do smartphone. Ele também deverá ser mais rápido que seus antecessores por conta de uma nova memória que será implantada.

O botão de início do smartphone também deve sofrer mudanças: ele será nivelado igual à tela e não terá bordas ou desenho; o usuário poderá somente toca-lo, diferente de como funciona no modelo mais recente do iPhone. Os botões físicos da lateral do celular devem desaparecer no novo modelo.

Para os que não estão dispostos a pagar caro pelo novo modelo, a boa notícia é que, segundo o portal, a Apple também deve lançar novas versões mais baratas do iPhone, que provavelmente terão o nome de iPhone 7S e iPhone 7S Plus. Essas, entretanto, não devem ter os mesmos recursos que o modelo mais sofisticado.

Em comparação ao último modelo do smartphone, o iPhone 7, a discrepância não chega a ser tão grande: a melhor versão do smartphone, o iPhone 7 Plus de 256 GB, ele está à venda por US$ 969 nos Estados Unidos. Em cidades como Miami e Nova York, onde os impostos são maiores, o preço chega a ultrapassar os mil dólares.

fonte:http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/gadgets/noticia/6114645/novos-recursos-farao-iphone-smartphone-mais-caro-historia-apple

Brasil se prepara para o 5G; saiba do que as novas redes serão capazes




O Brasil já começa a discutir o 5G, embora ainda esteja beeeem longe de estar completamente coberto pelo 4G. Mas você sabe do que a internet móvel de 5ª geração será capaz? As especificações da tecnologia já estão sendo padronizadas pela União Internacional de Telecomunicações (ITU, na sigla em inglês).


O documento define quais serão as capacidades técnicas dos equipamentos envolvidos na distribuição do sinal 5G, embora ainda sejam passíveis de mudanças. A intenção é aprovar e finalizar os planos até novembro, para que então seja possível começar a criar a tecnologia de fato.
Velocidades máximas do 5G
As especificações do 5G determinam que cada célula seja capaz de sustentar 20 Gbps de tráfego de download e 10 Gbps de upload. Que fique claro, porém: isso não quer dizer que esta é a velocidade que cada usuário terá, mas será a velocidade máxima que todas as pessoas na área precisarão dividir. Para comparação, o 4G LTE tem picos de apenas 1 Gbps.
Densidade de conexão
Se a quantidade de pessoas é importante para definir a velocidade de conexão que cada usuário pode alcançar, também é necessário estabelecer quantos aparelhos serão suportados. As especificações determinam que o 5G deve suportar 1 milhão de dispositivos conectados por quilômetro quadrado. Parece muito, mas o fato é que não estamos falando de pessoas, e sim da Internet das Coisas. O 5G foi pensado para um mundo em que as lixeiras de rua, os carros, os postes de iluminação, os semáforos e tantos objetos serão conectados. Assim, começa a ser necessário pensar em ter mais aparelhos conectados em uma área pequena.
Velocidades reais
Ok, a velocidade máxima alcançada por uma célula do 5G chega a 20 Gbps, mas e para o usuário? As especificações citam velocidades reais de uso de 100 Mbps para download e 50 Mbps para upload. São números similares ao que o mundo já vê com o LTE-A, mas a diferença é que com o 5G essas velocidades devem ser constantes em vez de ocasionais em situações extremamente favoráveis.
Mobilidade
Sua internet móvel já começou a engasgar quando você estava no carro ou em um trem em movimento? As redes do 5G foram feitas para suportar um usuário parado ou se locomovendo a até 500 km/h.
Latência
As redes 5G prometem latência mínima. Em circunstâncias ideais, o atraso deve chegar no máximo a 4 milissegundos, contra 20 ms das células LTE. O documento também cita latências de apenas 1 ms em comunicações ultraconfiáveis de baixa latência (URLLC).