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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

IPHONE PODERÁ CUSTAR MAIS DE R$ 10.000,00


A Apple anunciou os novos iPhones XS e, para surpresa de ninguém, a empresa continua apostando em aparelhos caros, que chegam à faixa de preço dos US$ 1.000. Apesar de a surpresa ter passado longe nesse aspecto, a notícia ainda é negativa para os brasileiros que têm tudo para receber o iPhone mais caro da história.
Já é tradição que, ano após ano, o Brasil tem o iPhone mais caro do mundo. Os motivos são dois: a alta carga tributária brasileira e o próprio custo-Apple, que é maior do que qualquer outra empresa de eletrônicos mais convencional. No entanto, neste ano, temos mais um fator pesando contra os brasileiros que quiserem comprar o celular por aqui: o dólar.
Você pode ter acompanhado nos noticiários nos últimos tempos. O dólar está alcançando patamares próximos dos maiores da história, chegando perto dos R$ 4,20 nas últimas semanas. Há algumas razões que explicam isso, como a economia combalida e, especialmente, a preocupação com o processo eleitoral brasileiro.
Independentemente das razões, o dólar com uma cotação nessa faixa praticamente garante que o novo iPhone chegará ao Brasil custando uma fortuna ainda maior do que nos anos anteriores. Para isso, vamos comparar a situação da cotação do dólar no ano passado.
Entre setembro de 2017 (apresentação do iPhone X) e novembro (chegada do iPhone X ao Brasil), o dólar oscilou entre R$ 3,0945 e R$ 3,3094. Isso não impediu que o aparelho chegasse ao país com o preço sugerido de R$ 7.000, enquanto o preço nos EUA, sem incluir os impostos calculados na hora da compra que variam de cidade para cidade, era de US$ 1.000.
Diante disso, poderíamos pensar em uma aplicação da famosa regra de três. Considerando que, com o dólar custando R$ 3,20 (média do período entre setembro e novembro), o iPhone X de US$ 1.000 custou R$ 7.000 no Brasil, quanto custaria um iPhone lançado por US$ 1.000 com o dólar a 4,20? A resposta não é nada amigável: o aparelho teria o preço sugerido de aproximadamente R$ 9.200.
Esse poderia ser o preço do iPhone XS mais barato, com 64 GB de armazenamento. E se olhássemos o aparelho mais caro? Estamos falando do iPhone XS Max, com 512 GB de espaço, que custará US$ 1.450. Neste caso, o preço poderia passar de R$ 13,3 mil, colocando com folga o preço de um iPhone acima dos R$ 10 mil.
Mas e se o usuário não quiser o top de linha e se contentar com o aparelho mais modesto, o iPhone XR? Neste caso, a comparação será outra. O iPhone 8, por exemplo, foi lançado por US$ 700, o que se traduziu em um preço de R$ 4.000 no Brasil com o dólar a R$ 3,20. Enquanto isso, o XR tem o preço-base de US$ 750, mas o dólar está bem mais alto. Com o cálculo proporcional, o preço do novo aparelho ficaria em R$ 5.600, o que faz sentido quando comparamos, por exemplo, aos preços cobrados pela Samsung com o Galaxy Note 9.
Claro que existem muito mais fatores para a Apple definir o preço final dos novos iPhones no Brasil do que uma simples regra de três. Os valores mencionados são uma estimativa proporcional que provavelmente serão bastante diferentes da realidade. No entanto, o cálculo deixa claro uma coisa: quem quiser comprar um novo iPhone no Brasil vai ter que pagar bem caro por isso se o dólar não cair bastante até o lançamento
FONTE: https://olhardigital.com.br/noticia/rascunho-prepare-se-novo-iphone-deve-ser-o-mais-caro-da-historia-no-brasil/78453?utm_campaign=notificacao&utm_source=notificacao

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Entenda como o Google ganha dinheiro com o Android

O Google liberou nesta segunda-feira, 6, mais uma atualização do Android. O sistema operacional para smartphones e tablets mais usado no mundo chegou à sua nona iteração, chamada Android 9 Pie, e deve chegar ao seu aparelho nos próximos meses.
Mas, afinal, o que o Google ganha distribuindo o Android? Ao contrário da Microsoft, que vende a licença do Windows para fabricantes de PCs, empresas e usuários comuns, o Google libera o Android totalmente de graça para qualquer um.
Se engana, porém, quem pensa que o Google não recebe qualquer tipo de retorno ao investir no desenvolvimento do Android. Ao divulgar seu balanço fiscal trimestral, a empresa não cita a receita proveniente do Android, mas há quem faça suas contas.
Em 2016, a Oracle abriu um processo contra o Google acusando a empresa de infringir patentes do Java na criação do Android. Nos autos, a Oracle estimava que, de 2008 a 2016, o Google teria faturado US$ 31 bilhões graças ao Android.
Mas, se este número é real, de onde ele vem? Para entendermos como o Android se encaixa na estratégia do Google, primeiro precisamos entender como é a relação da empresa com as fabricantes de smartphones e tablets que usam o sistema.
AOSP
O nome completo do Android, como registrado em sua "certidão de nascimento", é Android Open Source Project (AOSP), ou Projeto de Fonte Aberta. Trata-se de um conjunto de códigos, APIs e frameworks criados pelo Google e disponibilizados de graça.
Qualquer um pode baixar o código do Android, disponível aqui, e mexer o quanto quiser nele. É totalmente gratuito, sem pegadinhas. Mas até que a Samsung ou a LG possam colocar este código todo dentro do seu celular, o caminho é mais longo.
No meio da caminho existe uma outra sigla ligada ao Android que é GMS - Google Mobile Services, ou Serviços do Google Mobile. Trata-se de um conjunto de aplicativos e APIs do Google que tornam a experiência com o Android mais uniformizada.
O Android disponível pelo AOSP é apenas um conjunto "pelado" de códigos que podem ser customizados e usados para qualquer finalidade. Já o GMS é um pacote que inclui, entre outras coisas, os apps do Google, do Chrome e até o Google Play.
O sistema operacional de um smartphone da Samsung, por exemplo, vem não só com o código do AOSP customizado, mas também com o pacote GMS, que permite acesso ao Google Play. É só a partir daí que você pode baixar o Facebook e o Whatsapp, por exemplo.
O segredo do GMS
Para muitas fabricantes, não adianta muita coisa ter o AOSP sem ter o GMS. Você pode colocar o sistema Android num celular, mas se este celular não tem o Google Play, o usuário não poderá instalar o WhatsApp ou o Instagram, tornando-o quase obsoleto.
É por isso que a grande maioria das fabricantes adotam, também, o GMS, além do AOSP. O GMS também é gratuito: ninguém precisa pagar nada para ter acesso aos apps do Google. Mas as empresas precisam provar que seus dispositivos estão aptos para tê-los.
Para provar, muitas empresas buscam laboratórios que possam produzir um certificado atestando que aquele celular atende às exigências do Google para rodar o GMS. Uma reportagem do The Guardian de 2014 apurou que um certificado pode custar de US$ 40 mil a US$ 75 mil.
O Google, porém, não tem relação alguma com o valor cobrado por estes certificados. Mas o GMS é, sim, a maior fonte de renda do Google em relação ao Android. Qual é o segredo? Os dados que você entrega à empresa por meio deste pacote de apps.
O produto é você
O Google é uma das três empresas mais valiosas do mundo, mas quase todos os seus serviços são de graça. Não só o Android. O Buscador é gratuito, assim como o YouTube, o Gmail e o Chrome. Todo o dinheiro do Google vem, na verdade, de anúncios.
Quando você usa um dos serviços da empresa, ela coleta dados a seu respeito e te mostra, nos resultados de Busca, no Gmail, no YouTube e no Chrome, anúncios que combinem com o seu perfil de usuário. Um nível tão alto de segmentação, é claro, também custa caro. E é daí que o vem a maior parte da receita do Google.
O seu smartphone Android com todos os apps do pacote GMS não é nada mais do que mais uma fonte de informação a seu respeito. Pelo Google Maps, a empresa sabe onde você mora. Pelo YouTube, sabe a que filmes você assiste. Pelo Chrome, sabe quais sites você acessa. E por aí vai.
Em 2017, o Google anunciou que já existem mais de 2 bilhões de pessoas usando um dispositivo Android no mundo. É, de longe, o sistema operacional móvel mais usado no planeta. O concorrente mais próximo, o iOS, tem 1,3 bilhão de usuários.
Segundo o Google, os apps que compõem o GMS já têm, cada um, mais de 1 bilhão de usuários. Ou seja, são 1 bilhão de pessoas entregando dados ao Google que, com base neles, vende espaços publicitários para clientes corporativos.
Este domínio sobre o mercado já até rendeu uma multa bilionária para a empresa pela acusação de monopólio. A Comissão Europeia cobra mais de 4 bilhões de euros por supostamente "empurrar" o pacote GMS às fabricantes. É por isso que o Google chegou a dizer que, se esta medida for adiante, o Android pode até deixar de ser gratuito.
O Olhar Digital entrou em contato com a assessoria de imprensa do Google para saber como a empresa justifica o investimento no Android e o que ela ganha com ele. Em resposta, recebemos um link para um artigo assinado por Sundar Pichai, CEO, sobre a decisão da Comissão Europeia de multar a companhia.
No texto, o CEO do Google admite que "há custos envolvidos na construção do Android" e que a empresa investiu "milhões" nos últimos ano. O retorno, segundo ele, está justamente no pacote de aplicativos GMS.
"Os fabricantes de telefones não precisam incluir nossos serviços e eles também são livres para pré-instalar aplicativos concorrentes ao lado dos nossos. Isso significa que só geramos receita se nossos aplicativos estiverem instalados e as pessoas optarem por usar eles em vez dos aplicativos concorrentes", diz Pichai.
Google Play
Outra fonte de renda para o Google com o Android é a Google Play, a loja de aplicativos do sistema. A cada transação feita pela loja, seja na venda de um app ou na venda de recursos extras para o app, o Google fica com 30%. Sem falar no aluguel e na venda de livros, músicas e filmes.
A empresa não diz quanto dinheiro ganha como intermediária destas transações, mas há empresas que, de fora, calculam estimativas. Um estudo da Sensor Tower publicado em julho indica que o Google Play movimentou US$ 11,8 bilhões no mundo todo no primeiro semestre.
Se o Google ficou com 30% deste valor, são mais de US$ 3,5 bilhões na conta da empresa graças ao Google Play. É ainda menos do que o que a Apple ganha com a App Store do iOS, que, segundo o mesmo estudo, movimentou US$ 22,6 bilhões.
Agora você já sabe como o Google ganha dinheiro com Android: acumulando os dados que você gera a partir dos apps do sistema e pelas vendas e transações dentro do Google Play.
fonte:  https://olhardigital.com.br/noticia/entenda-como-o-google-ganha-dinheiro-com-o-android/77815?utm_campaign=notificacao&utm_source=notificacao

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Samsung brinca com velocidade de download dos iPhones X em novo comercial

Ao menos nos Estados Unidos, a Samsung não é muito discreta nas provocações à concorrência em seus comerciais. E nesta semana, a empresa sul-coreana lançou mais uma propaganda para cutucar a Apple. O alvo da vez é a velocidade de download dos iPhones X, notadamente mais baixa do que a do Samsung Galaxy S9 – e até mesmo que a do S8
O comercial “engraçadinho” segue a mesma linha de outros produzidos pela Samsung, e mostra sem pudor o logo da Apple e um cenário bem parecido com uma Apple Store. Mesmo o título é uma referência ao termo “Genius”, que é como são chamados os funcionários das lojas da empresa norte-americana.
A situação, no entanto, é bem mais irreal do que a de outros comerciais dos sul-coreanos: uma compradora em potencial convenientemente comparando as velocidades de download do iPhone X com as do Galaxy S9 – um ponto que não influencia tanto o uso no dia a dia. Enfim, confira o vídeo:


 fonte:https://olhardigital.com.br/noticia/samsung-brinca-com-velocidade-de-download-dos-iphones-x-em-novo-comercial/77470?utm_campaign=notificacao&utm_source=notificacao