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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Samsung S5 ganha leitor de digitais e vira à prova d'água



A Samsung mostrou nesta segunda-feira, em Barcelona, a quinta edição de sua linha de maior sucesso: o Samsung Galaxy S5. Segundo a marca coreana, já são 200 milhões de unidades da família S vendidas ate hoje. As maiores novidades do aparelho são tela maior (5,1 polegadas, contra 5 polegadas do S4) , design levemente diferente, leitura de digitais como opção de segurança, câmera com maior definição (16 MP contra 13 MP do S4) e outras melhorias, e aplicativos ligados à saúde, como monitoramento de frequência cardíaca e pedômetro.

A fabricante coreana começa as vendas do S5 em todo o mundo em 11 de abril. Em sua mais recente versão, o aparelho também virou à prova d'água e poeira. Aliadas às funcionalidades de monitoramento de frequência cardíaca e contador de distância percorrida, essas características foram adicionadas ao S5 como forma de atender a demanda dos consumidores que estão interessados em ter um smartphone mais integrado com suas atividades físicas.

A frequência cardíaca é medida por meio de um sensor na parte traseira do aparelho. Encostando o dedo logo abaixo da lente da câmera, o S5 mede os batimentos cardíacos do dono em cerca de 15 segundos.

Outra novidade que estreia no S5 é a função "Ultra Power Saving" que bloqueia funcionalidades do aparelho e chega até a mudar a interface, que perde as cores e passa a ser preta e branca. Nessa função, o modelo mantém acionadas apenas as possibilidades de receber chamadas e mensagens e faz com que quando a bateria chegue a apenas 10% de sua capacidade, ainda resista mais 24h nesse modo limitado.

O leitor de digitais é uma aplicação que protege tanto o acesso ao S5 quanto a apenas algumas funções escolhidas pelo consumidor, como pastas com fotos que não deseja compartilhar. No que diz respeito à segurança, o modelo agora também é dotado de um "modo para crianças" em que apenas algumas aplicações e telas são desbloqueadas.

Em relação ao design, o S5 é maior que o S4 - mede 14,2 cm de altura, 7,2 cm de largura e menos de 1 cm de espessura e é dotado de tela Full HD de 5,1 polegadas. Na parte traseira, a textura e desenho são diferentes, além de ter ganhado as opções de cor azul claro e dourado. O S5 é equipado com câmera principal com 16 MP e a secundária (frontal) com 2 MP. A câmera teve melhorias como um ajuste de foco automático mais rápido e opções de enquadramento que não eram disponíveis no S4.

Smartwatch
Além do S5, a Samsung mostrou a segunda versão de seu smartwatch, o Galaxy Gear 2. O relógio agora também possui uma opção mais leve e mais fina, o Galaxy Gear Fit, que pesa 27 gramas e tem como maiores atrativos os aplicativos de monitoramento de frequência cardíaca, o contador de passos, além de também ser à prova d'água e poeira.

O Terra viajou à convite da Nokia.

Terra

Integração com Facebook seria ruína do WhatsApp, admite criador do app



Atualizada às 15h

Nesta terça-feira, 25, Jan Koum, criador do WhatsApp deu detalhes sobre a trasação bilionária firmada na útima semana envolvendo a venda de sua criação para o Facebook.

Em entrevista exclusiva à Folha, Koum falou sobre a possibilidade de aumentar a mensalidade do aplicativo e sobre a privacidade do App. "Nós não coletamos dados dos nossos usuários, nenhuma informação que seja personalizada. Nós não sabemos seu nome, não sabemos sua idade, não sabemos seu sexo, não sabemos nada".

O criador do WhatsApp garantiu que não há nenhuma pretensão de fazer nenhum tipo de integração entre as ferramentas do App e a rede social de Mark Zuckerberg, até porque isso, segundo ele, seria a ruína do WhatsApp.

Quando perguntado sobre a pane do último sábado, 22, Koum disse que estava num jantar em Barcelona e quando informado voltou às pressas para o hotel para ajudar a resolver o problema.

O empresário disse que a falha técnica nada teve a ver com a transação com o Facebook. "O WhatsApp vai continuar sendo o mesmo de sempre", garantiu.

fonte:http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/tecnologia/2014/02/26/noticiastecnologia,3212602/integracao-com-facebook-seria-ruina-do-whatsapp-admite-criador-do-app.shtml

WhatsApp vale mais, afirma Zuckerberg

Durante a MWC, ele também informouque não deve ir ao mercado tão cedo

26/02/2014 08:01 - Folhapress
Manu Fernandez/AP/Estadão Conteúdo
Mark afirmou que não usará os dados do WhatsApp

Barcelona - "Acho que vale mais". Foi assim que Mark Zuckerberg respondeu ao ser questionado, na última segunda-feira (24), sobre o valor desembolsado na compra do WhatsApp - US$ 16 bilhões para os acionistas, mais US$ 3 bilhões em ações no futuro. O fundador do Facebook disse que parece mesmo difícil sustentar essa afirmação agora, pois o serviço de mensagens tem faturamento relativamente baixo. Cobra, em média, US$ 0,99 anual dos usuários.

"Posso estar errado, mas espero que não esteja", brincou ele, que foi entrevistado pelo jornalista David Kirkpatrick no palco central do Mobile World Congress. O bate-papo, com ares de show de rock, registrou filas de participantes horas antes do início. Quem ficou de fora acompanhou por telão. Os US$ 16 bilhões são um valor alto até para os padrões do Facebook. No ano passado, a rede social lucrou US$ 1,5 bilhão. A principal aquisição que fizera até então, do Instagram, foi fechada na casa de US$ 1 bilhão. Por causa disso, ele indicou que não deve ir ao mercado tão cedo. "Quando você gasta US$ 16 bilhões, fica satisfeito por um bom tempo."

Zuckerberg disse ainda que a compra permitirá ao WhatsApp focar apenas o aumento do seu número de usuários, sem mudar seu modelo - que não inclui publicidade. "Há poucos serviços no mundo que podem atingir 1 bilhão de pessoas". Ele afirmou ainda que o Facebook não fará uso dos dados de quem usa o aplicativo, umas das grandes diferenças do modelo de negócio de uma empresa e outra. "Vai continuar autônomo. Seria estúpido mudar isso", afirmou ele. "Eles nem armazenam as mensagens de cada usuário."

Mensagens de Voz
A manutenção de tal modelo foi reafirmada, mais cedo, também por Jan Koum, fundador do WhatsApp. Ele anunciou, na feira, que o app terá chamadas de voz a partir do próximo trimestre. Atualmente, as ligações são transferidas para a rede das operadoras telefônicas e cobradas como chamadas normais. No novo modelo, o WhatsApp passará a competir mais diretamente com o Skype, da Microsoft. O movimento vai na contramão do mercado de telefonia, no qual as chamadas têm cada vez menos importância, enquanto a transmissão de mensagens cresce.

Facebook compra WhatsApp por US$ 16 bi

Comunicado diz que nada muda para os usuários, pelo menos por enquanto.

Luciana Maline/TechTudo


O Facebook anunciou, nesta quarta-feira (19), a compra do WhatsApp. O negócio foi fechado por US$ 16 bilhões (cerca de R$ 38 bilhões) e, de acordo com a assessoria do Facebook, o popular serviço de mensagens instantâneas vai continuar a operar de forma independente, seguindo os moldes da compra do Instagram. A aquisição é a maior já feita pela companhia de Mark Zuckerberg, que pagou pouco mais de US$ 1 bilhão pelo Instagram em 2012.

Em um comunicado divulgado no Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou que o "WhatsApp está no caminho para conectar 1 bilhão de pessoas. Os serviços que atingem esta marca possuem um valor incrível". O anúncio vem pouco depois do aniversário da rede social, que completou dez anos neste mês. Entre sucessos e fracassos, a tendência do Facebook de investir em múltiplos aplicativos já estava clara.

"A aquisição simboliza a missão compartilhada do WhatsApp e do Facebook em levar mais conectividade e utilidade ao mundo, criando serviços de internet de forma eficiente e econômica. A combinação delas ajuda a acelerar o crescimento e o engajamento dos usuários nas duas companhias", diz outro trecho da nota emitida pelo Facebook.

Ainda de acordo com a nota divulgada pela rede social, dos US$ 16 bilhões, cerca de US$ 4 bilhões serão em dinheiro, enquanto o restante, US$ 12 bilhões, serão pagos em ações do Facebook. O negócio prevê ainda o pagamento de US$ 3 bilhões adicionais a funcionários e fundadores do WhatsApp, e que o presidente e fundador do mensageiro, Jean Koum, entre para o conselho do Facebook.

Com mais de 450 milhões de usuários ativos mensais, sendo 70% deles usuários diários, e volume de mensagens bem próximo da carga global de mensagens SMS, o WhatsApp é um dos aplicativos móveis de maior sucesso no mundo atualmente. O cofundador e CEO da empresa, Jan Koum, afirma que juntar o serviço ao Facebook é um passo que o deixa "honrado" e "animado".

"O WhatsApp tem seu engajamento e crescimento baseado nas capacidades poderosas e instantâneas de mensagens que oferecemos. Estamos animados e honrados em nos tornarmos parceiros do Mark e do Facebook enquanto seguimos levando nosso produto para mais pessoas em todo o mundo", avaliou.

Apesar da negociação bilionária e surpreendente, pouca coisa muda entre o Facebook e o WhatsApp por enquanto. Citando até o exemplo do Instagram, a rede social afirma que o serviço seguirá atuando de forma independente, sem qualquer integração ao Facebook Messenger. A marca WhatsApp segue a mesma, sua sede continua em Mountain View e os funcionários e diretores também não serão alterados. A negociação chega ao fim após anos de rumores sobre processos de compra do WhatsApp, que começaram ainda em 2012, quando a companhia de Mark Zuckerberg disputava com o Google a preferência pelo negócio.

Saiba se algo pode mudar para os usuários

O Facebook comunicou o acordo na quarta-feira (19), mas nada muda para os usuários – pelo menos por enquanto. A exemplo de quando adquiriu o Instagram em 2012, a maior rede social do mundo garante que não irá alterar nada no modus operandi do mensageiro.

Apesar de já possuir um aplicativo de mensagens instantâneas, o Facebook Messenger, a rede social garante que não fará qualquer tipo de fusão entre seus membros e os do WhatsApp. Até o momento, também não anunciou novidades em relação à sincronização ou integração entre seu antigo aplicativo e a nova aquisição – o que não indica que isso não possa ocorrer no futuro.

O WhatsApp vai manter a sua marca, a sua sede em Mountain View, na Califórnia, e a sua diretoria liderada pelo presidente-executivo Jan Koum, que agora se junta também ao conselho diretor do Facebook. A equipe de funcionários também segue a mesma. Segundo o próprio Facebook, uma negociação recente prova que este é o melhor modo de realizar a transição.

“O Facebook apoia um ambiente onde pessoas com mentes independentes podem criar companhias e focarem no seu crescimento, enquanto se beneficiam da expertise e dos recursos do Facebook. Este modelo está funcionando muito bem com o Instagram, e o WhatsApp funcionará da mesma maneira”, diz nota oficial do Facebook. Prova disso é a coexistência do Facebook Camera e do Instagram.

Resta saber se, no futuro, haverá novidades como um login único, usando uma conta do Facebook no WhatsApp, troca de mensagens entre um aplicativo e outro, fim da assinatura no WhatsApp, e outros detalhes. Mas, por enquanto tudo segue igual, tanto no WhatsApp quanto no Facebook Messenger.

fonte: http://www.noticiasparana.com/en/jornal/variedades/1909/Facebook-compra-WhatsApp-por-US$-16-bi.htm

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Grupo de bancos negocia compra de 15% da nova Oi


oi

Um grupo formado por 12 bancos se comprometeu com a operadora Oi a comprar até 15% das ações da nova companhia resultado da fusão em 2013 com Portugal Telecom (PT), informou nesta sexta-feira a imprensa.

Os bancos chegaram a um acordo com a Oi para captar, até abril, entre R$ 6 bilhões e R$ 8 bilhões no mercado para adquirir os papéis da nova companhia, de acordo com o jornal "Folha de S.Paulo".

O grupo, liderado pelo banco brasileiro de investimentos BTG Pactual, será integrado pelas entidades Credit Suisse, Banco Espírito Santo, Merrill Lynch e Barclays.

Também estão envolvidos o Itaú Unibanco, Bradesco, Citibank, Santander, Votorantim, Banco do Brasil e Caixa Geral de Depósitos, embora estes últimos com uma participação menor.

De acordo com a informação publicada pelo jornal, caso os bancos não consigam alcançar o total da quantidade estipulada com a Oi, cada entidade desembolsará a diferença e virará acionista, em proporção com sua contribuição.

Dita operação foi desenhada pelo presidente da nova companhia, Zeinal Bava, assinalaram as mesmas fontes.

Em 2013, Portugal Telecom e Oi anunciaram sua fusão para se transformar em um dos 20 "gigantes" mundiais do setor das telecomunicações e dar um salto qualitativo no mercado global.

fonte: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2014/02/grupo-de-bancos-negocia-compra-de-15-da-nova-oi.shtml?utm_source=redesabril_info&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_info&utm_content=plantao

Telecom Itália e Vivendi cogitam fusão de TIM e GVT


Tim


O grupo francês Vivendi começa a aparecer como uma alternativa para o futuro da Telecom Itália no Brasil. Nas últimas semanas, um alto executivo do grupo italiano teve uma conversa preliminar com a direção da companhia francesa sobre uma eventual fusão das subsidiárias brasileiras GVT e TIM Brasil, de acordo com uma fonte envolvida com o tema.

No intrincado tabuleiro de acionistas da Telecom Itália, uma fusão teria apoio especialmente dos minoritários, que lutam para reduzir o poder da espanhola Telefônica no grupo italiano.

Dona da Vivo no Brasil, a Telefônica fez acordo no ano passado para aumentar ainda mais sua participação na Telco, holding que controla a Telecom Itália. Mas a ideia não agradou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que viu na medida uma concentração de mercado no País.

Por isso, a aproximação com a GVT é encarada pelos executivos da empresa italiana como a costura de “uma alternativa” para o futuro da TIM Brasil. Os franceses, segundo a mesma fonte, teriam recebido bem a ideia de fusão. Para eles, a associação também valeria como um “plano B” para o grupo Vivendi, que passou por tentativas frustradas de vender a GVT no passado.

Havia a expectativa de que a norte-americana DirecTV pudesse adquirir a empresa sediada no Paraná. Mas o negócio esbarrou no elevado preço pedido pelos franceses. Procuradas, Vivendi e Tim Brasil afirmaram que não comentam o assunto.

Defensores da proposta argumentam que o negócio daria grande sinergia às duas empresas e ofereceria perspectivas animadoras à TIM Brasil, segunda maior operadora do Brasil, mas que tem sofrido com a falta de capacidade financeira da controladora.

“Poderia ser criada uma concorrente de verdade para a NET”, diz a fonte, ao comentar que a TIM já tem grande carteira de clientes e a GVT já opera moderna rede e conteúdo de televisão por assinatura.

Para o especialista em telecomunicações Guilherme Ieno, do ponto de vista estratégico, a fusão faria sentido. “A TIM não é forte no fixo local. Agregar a GVT ao fixo significaria aumentar bem a presença nesse mercado.”

Além disso, segundo Ieno, a fusão representaria uma oportunidade para a GVT entrar em telefonia móvel. E a união das operações de internet também seria interessante para ambas.

Obstáculo

A Telecom Itália e a Vivendi contam atualmente com elevado endividamento e baixíssima capacidade financeira para alavancar novos negócios. Ou seja, uma eventual fusão da TIM Brasil com a GVT criaria uma empresa maior, mas sem capacidade de investir - característica vital para o competitivo setor de telecomunicações.

A falta de dinheiro, inclusive, foi a razão que atraiu a Telefônica para o capital da Telecom Itália. Quando os espanhóis ingressaram na dona da TIM Brasil, a intenção era oferecer um suporte financeiro à companhia. Dentro do grupo, a espanhola aumentou sua participação até o Cade determinar que a Telefônica venda suas ações em uma das duas operadoras.

Diante da posição do órgão antitruste e da influência crescente da Telefônica na Telecom Itália, circularam rumores de que a TIM poderia ser fatiada, em partes iguais, e vendida para a Vivo, Claro e Oi.

A operação agradaria sobretudo aos espanhóis, que consolidariam a liderança da Vivo no Brasil. Agora, com o plano alternativo, minoritários ganharam um importante argumento contra a suposta ideia de venda da operadora. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2014/02/telecom-italia-e-vivendi-cogitam-fusao-de-tim-e-gvt.shtml?utm_source=redesabril_info&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_info&utm_content=plantao