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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Facebook compra WhatsApp por US$ 16 bi

Comunicado diz que nada muda para os usuários, pelo menos por enquanto.

Luciana Maline/TechTudo


O Facebook anunciou, nesta quarta-feira (19), a compra do WhatsApp. O negócio foi fechado por US$ 16 bilhões (cerca de R$ 38 bilhões) e, de acordo com a assessoria do Facebook, o popular serviço de mensagens instantâneas vai continuar a operar de forma independente, seguindo os moldes da compra do Instagram. A aquisição é a maior já feita pela companhia de Mark Zuckerberg, que pagou pouco mais de US$ 1 bilhão pelo Instagram em 2012.

Em um comunicado divulgado no Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou que o "WhatsApp está no caminho para conectar 1 bilhão de pessoas. Os serviços que atingem esta marca possuem um valor incrível". O anúncio vem pouco depois do aniversário da rede social, que completou dez anos neste mês. Entre sucessos e fracassos, a tendência do Facebook de investir em múltiplos aplicativos já estava clara.

"A aquisição simboliza a missão compartilhada do WhatsApp e do Facebook em levar mais conectividade e utilidade ao mundo, criando serviços de internet de forma eficiente e econômica. A combinação delas ajuda a acelerar o crescimento e o engajamento dos usuários nas duas companhias", diz outro trecho da nota emitida pelo Facebook.

Ainda de acordo com a nota divulgada pela rede social, dos US$ 16 bilhões, cerca de US$ 4 bilhões serão em dinheiro, enquanto o restante, US$ 12 bilhões, serão pagos em ações do Facebook. O negócio prevê ainda o pagamento de US$ 3 bilhões adicionais a funcionários e fundadores do WhatsApp, e que o presidente e fundador do mensageiro, Jean Koum, entre para o conselho do Facebook.

Com mais de 450 milhões de usuários ativos mensais, sendo 70% deles usuários diários, e volume de mensagens bem próximo da carga global de mensagens SMS, o WhatsApp é um dos aplicativos móveis de maior sucesso no mundo atualmente. O cofundador e CEO da empresa, Jan Koum, afirma que juntar o serviço ao Facebook é um passo que o deixa "honrado" e "animado".

"O WhatsApp tem seu engajamento e crescimento baseado nas capacidades poderosas e instantâneas de mensagens que oferecemos. Estamos animados e honrados em nos tornarmos parceiros do Mark e do Facebook enquanto seguimos levando nosso produto para mais pessoas em todo o mundo", avaliou.

Apesar da negociação bilionária e surpreendente, pouca coisa muda entre o Facebook e o WhatsApp por enquanto. Citando até o exemplo do Instagram, a rede social afirma que o serviço seguirá atuando de forma independente, sem qualquer integração ao Facebook Messenger. A marca WhatsApp segue a mesma, sua sede continua em Mountain View e os funcionários e diretores também não serão alterados. A negociação chega ao fim após anos de rumores sobre processos de compra do WhatsApp, que começaram ainda em 2012, quando a companhia de Mark Zuckerberg disputava com o Google a preferência pelo negócio.

Saiba se algo pode mudar para os usuários

O Facebook comunicou o acordo na quarta-feira (19), mas nada muda para os usuários – pelo menos por enquanto. A exemplo de quando adquiriu o Instagram em 2012, a maior rede social do mundo garante que não irá alterar nada no modus operandi do mensageiro.

Apesar de já possuir um aplicativo de mensagens instantâneas, o Facebook Messenger, a rede social garante que não fará qualquer tipo de fusão entre seus membros e os do WhatsApp. Até o momento, também não anunciou novidades em relação à sincronização ou integração entre seu antigo aplicativo e a nova aquisição – o que não indica que isso não possa ocorrer no futuro.

O WhatsApp vai manter a sua marca, a sua sede em Mountain View, na Califórnia, e a sua diretoria liderada pelo presidente-executivo Jan Koum, que agora se junta também ao conselho diretor do Facebook. A equipe de funcionários também segue a mesma. Segundo o próprio Facebook, uma negociação recente prova que este é o melhor modo de realizar a transição.

“O Facebook apoia um ambiente onde pessoas com mentes independentes podem criar companhias e focarem no seu crescimento, enquanto se beneficiam da expertise e dos recursos do Facebook. Este modelo está funcionando muito bem com o Instagram, e o WhatsApp funcionará da mesma maneira”, diz nota oficial do Facebook. Prova disso é a coexistência do Facebook Camera e do Instagram.

Resta saber se, no futuro, haverá novidades como um login único, usando uma conta do Facebook no WhatsApp, troca de mensagens entre um aplicativo e outro, fim da assinatura no WhatsApp, e outros detalhes. Mas, por enquanto tudo segue igual, tanto no WhatsApp quanto no Facebook Messenger.

fonte: http://www.noticiasparana.com/en/jornal/variedades/1909/Facebook-compra-WhatsApp-por-US$-16-bi.htm

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