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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

WhatsApp vale mais, afirma Zuckerberg

Durante a MWC, ele também informouque não deve ir ao mercado tão cedo

26/02/2014 08:01 - Folhapress
Manu Fernandez/AP/Estadão Conteúdo
Mark afirmou que não usará os dados do WhatsApp

Barcelona - "Acho que vale mais". Foi assim que Mark Zuckerberg respondeu ao ser questionado, na última segunda-feira (24), sobre o valor desembolsado na compra do WhatsApp - US$ 16 bilhões para os acionistas, mais US$ 3 bilhões em ações no futuro. O fundador do Facebook disse que parece mesmo difícil sustentar essa afirmação agora, pois o serviço de mensagens tem faturamento relativamente baixo. Cobra, em média, US$ 0,99 anual dos usuários.

"Posso estar errado, mas espero que não esteja", brincou ele, que foi entrevistado pelo jornalista David Kirkpatrick no palco central do Mobile World Congress. O bate-papo, com ares de show de rock, registrou filas de participantes horas antes do início. Quem ficou de fora acompanhou por telão. Os US$ 16 bilhões são um valor alto até para os padrões do Facebook. No ano passado, a rede social lucrou US$ 1,5 bilhão. A principal aquisição que fizera até então, do Instagram, foi fechada na casa de US$ 1 bilhão. Por causa disso, ele indicou que não deve ir ao mercado tão cedo. "Quando você gasta US$ 16 bilhões, fica satisfeito por um bom tempo."

Zuckerberg disse ainda que a compra permitirá ao WhatsApp focar apenas o aumento do seu número de usuários, sem mudar seu modelo - que não inclui publicidade. "Há poucos serviços no mundo que podem atingir 1 bilhão de pessoas". Ele afirmou ainda que o Facebook não fará uso dos dados de quem usa o aplicativo, umas das grandes diferenças do modelo de negócio de uma empresa e outra. "Vai continuar autônomo. Seria estúpido mudar isso", afirmou ele. "Eles nem armazenam as mensagens de cada usuário."

Mensagens de Voz
A manutenção de tal modelo foi reafirmada, mais cedo, também por Jan Koum, fundador do WhatsApp. Ele anunciou, na feira, que o app terá chamadas de voz a partir do próximo trimestre. Atualmente, as ligações são transferidas para a rede das operadoras telefônicas e cobradas como chamadas normais. No novo modelo, o WhatsApp passará a competir mais diretamente com o Skype, da Microsoft. O movimento vai na contramão do mercado de telefonia, no qual as chamadas têm cada vez menos importância, enquanto a transmissão de mensagens cresce.

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